terça-feira, 28 de julho de 2009

A COLUNA: SISTEMÁTICA DA MEMÓRIA


Quando perdido em pensamentos, prefiro não me achar entre eles. Por mais que sejam importantes, me contento em não conseguir esquece lo. Talvez isso, ja culpa dessa minha mania de querer esquecer de esquecer. Na sistemática ; manter ligado uma complexa relação entre o passado, presente e o futuro.
Esse processo cronológico acumula muito tempo e aféta uma grande área da mente. Por esse motivo, "Curtos-circuítos" acontecem causando falhas, descontroles e fenómenos, que abalam qualquer tipo de ambiente externo que se encontra o corpo ou o sentimento em relação à situação. As sequelas podem ser captadas no instante do colapso ou depois da ação, nesse choque a mente acaba perdendo ligaduras ( pedaços ) da relação na processo cronológico, onde causa o esquecimento.
O esquema de elaboração das relações cronológicas é básico e fácil de interpretar; acumular memória e reciclar pensamentos básicos ou inferiores para reutilizá los na etapa do presente e futuro.
A memória é classificada em cinco categorias : Fundamental, importante, básico, pouco importante e inútil; o tempo em três colunas : Passado, presente, futuro. E o total, denominados "atos" sendo eles diretos ou indiretos.

Para melhor entendimento, um exemplo :

Um pensamento classificado fundamental na etapa do passado, tem grandes proporções na área da mente, se tornou sólido com o tempo . Esse pensamento tem capacidade de sugar memórias com sentidos e parentesco similares sendo praticamente impossível recicla-lo ( pensar que desde à infância, seu irmão mas velho sempre o protegeu; por preocupação ou ordem da mãe ), um grande motivo pra considerar o irmão mas velho, sua primeira opção de vantagem no ato em que se mete numa briga. Sábera relacionar as cituações do passado para interferir no conflito que acontece no presente ou acontecerá no futuro.
Por outro lado, um pensamento classificado inútil na etapa do passado, quase não interfere na mente, flutua livremente por toda a área. Sendo então facilmente sugado pelo esquecimento ( na TV, o reporte informa as condições do clima, o tele-espectador com pressa e preocupado com o destino sai sem prestar atenção nas informações ), deixará essas lembranças em segundo plano, por exemplo; as informações do telejornal.
Sendo assim, acumular memórias classificadas fundamentais durante todas as etapas de tempo, produz pensamentos de maior valor . Por outro lado o excesso de pensamentos classificados inúteis ou até os poucos importantes, nunca produzirão outros pensamentos importantes nem serão ligados a outras etapas do tempo.
O esquecimento retardará os "atos", da mesma forma, ideias fundamentais e importantes os influenciarão direta ou indiretamente nessa complexa relação cronológica. Os pensamentos organizados projetam sentidos e localiza destinos, através de pontes sólidas que se entrelaçam nas áreas infinitas da mente.



ISSAC S. GAIA

domingo, 19 de julho de 2009

A COLUNA : Música


Ouvir é simplesmente perceber algum barulho, um tipo de som que nosso orgão auditivo reproduz ao nosso sentido interior.
Claro que ouvir é muito mais que isso, ao passo destas linhas incorporaremos os sons combinados de um ambiente envolvente à grande formaçao conjunta do sentimeto, A música.
Sua estética nos mostra que se constitui do puro som do sentimento, do interior do ser no infinito do seu intimo.
viajam em espaços profundos na velocidade da luz das idéias. Sua fonte é o coração, o centro das vibrações, que as manda à outros corações receptores em espaços inalcançáveis pela lógica.
Ouvir música é se aventurar em espaços épicamente longíquos, escultar o som dos sentimentos, enfim, tocar música é se envolver em seu circulo harmonioso ritimado, que jorra vibrações vivas.

Issac S. Gaia

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ron Carter willow weep for me

É ou não é o melhor ?

Carter começou a tocar viloncelo com 10 anos de idade, mas quando sua família se mudou para Detroit, passou a ter dificuldades em virtude dos esterótipos raciais dos músicos eruditos, apesar disso, passou a tocar baixo. Carter frequentou a Cass Technical High School. Tocava na orquestra filarmônica da Eastman School Of Musica, tendo se graduado bacharel em 1959. Em 1961, obteve sua graduação como mestre em performance de contrabaixo, na Manhattan school of music. Seus primeiros trabalhos como músico de Jazz foram com Jaki Byard e Chico Hamilton. Suas primeiras gravações foram acompanhando Eric Dolphy (que também fora membro do grupo de Hamilton) e Don Ellis, em 1960. Carter também trabalhou nessa época com Randy Weston, Thelonious Monk, Wes montgomery, Boddy Timmons, Cannomball Adderley e Art Farmer. Além de contrabaixista, Carter é um violoncelsita aclamado. Já tocou violoncelo em diversas gravações, notavelmente em sua primeira aparição como leader: Where?, com Dolphy e Mal Walddron e também em outra parceria com Eric Dolphy chamada Out There, com Jaki Byard, George Duvivier, Roy Haynes e Carter no violoncelo.

Carter chegou à fama com o segundo grande quinteto de Miles Davis. Formado no início da década de 60, o quinteto incluía ainda Herbie Hancock,Waine Shorter e Tony Williams. Carter se juntou ao grupo em 1963, aparecendo no álbum Seven Steps to Heaven e no seguinte E.S.P.. Este último foi o primeiro a contar com o quinteto completo e continha três composições de Carter. Continuou o trabalho com Miles até 1968, quando foi substituido por Dave Holland. Ainda participou de algumas sessões de estúdio com Miles em 1969 e 1970. Embora na época tenha coasionalmente tocado baixo elétrico, posteriormente deixou por completo esse instrumento, passando a dedicar-se exclusivamente ao contrabaixo acústico

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Em breve musicas e videos

Se Deus quiser em breve estarei postando musicas, vídeos e notificações sobre jahhodos. Uma banda idependente , que faz da autoria seu ponto forte....muito groove e walkingbass. em pegada de puro reggae rootz.